Momento Intel - Olhar Digital e o Teste do Core i7
Criei este blog com o objetivo de postar alguns de meus aprendizados na área da informática vindo do dia a dia na faculdade e empresas que já passei, aceitando dos amigos qualquer post, artigo, tutoriais na área da informática e teconologia que nos ajude a enriquecer ainda mais nossos conhecimentos e de todos os leitores.....Gustavo Pinheiro
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Chipset
Autor: Gustavo Pinheiro
Quem já formatou um computador e viu aquele driver chamado Bus Controller ou Chipset? Saibam para que esse driver serve.
Pra quem não conhece, esse é mais um dos componentes lógicos do computador, lembrando também que é muito importante no funcionamento do computador, pois nele está contido os principais controladores de perifércos do computador.
O Chipset é dividido em duas partes, Northbridge (Ponte Norte) e Southbridge (Ponte Sul).
Chamam-se de Ponte Norte e Sul pelo fato de serem responsáveis de fazer a ligação entre o processador e os demais periféricos contidos na placa mãe.
Vejamos:
Chipset Ponte Norte: É responsável principalmente na ligação entre os componentes de altavelocidade no seu computador que seriam Processador, Memória RAM e Placas de Vídeo Externa 3D. Poque o destaque em Externa 3D, simples o Chipset Ponte Norte quando se trata de controlar a placa de vídeo, estamos falando unicamente em controlar o barramento PCI-e (PCI Express), reservado unicamente para placas de vídeo externas, principalmente Placas com qualidade 3D, que possuem processador e memória RAM próprios, atudando de forma independente para auxiliar a velocidade do computador. Como?
O fato de uma placa de vídeo possuir processador e memória siginifica que ela não precisará usar a memória e processador do computador para gerar as imagens no seu monitor, deixando então a memória RAM e Processador livres para execultar outra tarefa ou processo importante. Eis o valor de se ter uma boa placa de video 3D no seu computador e motivo de os jogos mais pesados ou programas de edição de imagem, audio ou vídeo só rodarem com o auxílio de delas. Ex: o video do teste das placas ATI Radeon HD7970 3GB que postei dias atrás.
Como falei a pouco as principais funções são os componentes de alta velocidade, porém ele também é responsável por fazer a ligação com o Chipset Ponte Sul.
Chipset Ponte Sul: Por sua vez é o responsável por fazer a ligação com todos os outros componentes do computador, sendo eles os componentes traseiros da sua placa mãe como: VGA, USB, Placa de rede, Portas Paralelas, Portas Seriais, PS/2 (mouse e teclado) e Placa de Audio, barramentos como: PCI, SATA, IDE, o extinto FLOPPY (disquete), o extinto barramento AMR (faxmodem) e Chip Super I/O que axilia o controle de barrameto FLOPPY, IDE e SATA, e controle da BIOS e bateria do CMOS.
Aprensentado os chipsets vamos conhece-lo e saber onde ficam dispostos esse dois chips.
Bem na imagem temos uma placa mãe da Gigabyte - mb-ga-945gcm-s2cs.
1 - Na primeira posição temos o Chipset Ponte Norte perto do processador e dos slots de memória, essa posição é padrão para quase todas as placas e por ele trabalhar com dispositivos de alta velocidade é padrão também ele ter um dissipador.
2 - Na segunda posição temos o Chipset Ponte Sul perto dos barramentos SATA, IDE e PCI no canto inferior da placa, também uma posição padrão em quase todas as placas, porém por ele não trabalhar com dispositivos grandes não é padrão ele ter esse dissipador em cima dele, neste caso o VGA que vem com a placa mãe deve ter um grafico bom e de qualidade média, que rode alguns jogos mais pesados. Normalmente é VGA da Nvidia série 7000.
Conclusão
Bom galera esse tutorial é um princípio básico do porque de se usar uma placa de vídeo e em que ela auxilia e também o Chipset que muitos já ouviram falar e que poucos conhecem.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Teste AMD ATI Radeon™ HD7970 3GB
Postado pelo FasterBenchmark
O jogo usado é o Battle Field 3, muito TOP também.
A máquina que ele usa é show de bola, com 4 entradas PCI express onde testa o jogo com 4 placas ATI e processador i7. Vale a pena assistir.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Apresentando o QPI
Autor: Gustavo Pinheiro
Baseado no Artigo de Carlos E. Morimoto
http://www.hardware.com.br
Essa semana enquanto colocava os vídeos da Campus party 2012 um amigo, Cleandro Rocha me contou sobre um pc que tinha montado Placa Mãe GIGABYTE
GA-EX58-UD4P, suporte para o mais novos processadores da Intel Core i7
com socket LGA1366 e QPI de 6.4 GT/s e com 20GB RAM.
Minha curiosidade ficou em saber o que é QPI? Até então não estava sabendo o que siginificava e resolvi pesquisar, felizmente achei um tutorial do Carlos E. Morimoto, um dos melhores na área de informática e vou passar aqui o meu entendimento baseado no tutorial dele.
O Core 2 Duo possui a capacidade de superar a maioria dos processadores AMD, devido ao fato de ser capaz de processar até 4 instruções ao mesmo tempo enquanto os AMDs processa apenas 3, segundo o Grande Morimoto, há muitos outros fatores a se considerar como:
Branch Prediction que é uma técnica empregada em alguns processadores
com uma instrução chamada pré-busca para descobrir se um programa vai
ou não executar um desvio, e para buscar o código executável no local
adequado. Tem também o tamanho e velocidades dos caches, entre outros, mas o principal é que 4 intruções por ciclo de processamento nos trás uma grande vantagem.
Morimoto fala do processador Nehalem da Intel, que possui uma nova arquitetura onde controlador de memória vem integrado a ele, popularmente conhecido como Core i7, ele mantem a capacidade de processar 4 instruções por ciclo de processamento, mas possui uma série de melhorias em sua arquitetura que permitem uma melhor execução de dados e também uma maior quantidade de volume de dados, reduzindo o tempo de espera por dados em cache ou por uma operação de Branch Prediction, nos tranzendo uma maior efiência que o Core 2 Duo.
Fora a mudança nos caches e de colocarem o controlador de memória integrado, houve a substituição do FSB (front-side bus, ou barramento frontal) utilizado
desde os primeiros processadores Intel, que liga o processador ao chipset, como você pode ver
nesse diagrama da Intel a seguir:
O FSB é usado para a comunicação entre os núcleos do processador e a mémoria e também para a comunicação entre os 2 ou 4 núcleos do processador, mas acabada diminuindo o acesso a memória, prejudicando o desemprenho do sistema. O problema era pior ao usar vários processadores SMP, Morimoto cita o exemplo das placas para servidores ou
na plataforma Skultrail.
Até o Core 2 Duo a Intel remdiava o problema na força bruta, colocando mais cache L2 nos processadores. Com o QPI, a Intel foi direto a raiz do problema, com links independentes que operam a 4.8 ou 6.4 GT/s (a sigla "GT/s" indica o volume de transações por
segundo, diferente de "GHz", que indica o clock), com a transmissão de 16 bits de dados em cada direção por ciclo, cada barramento resulta em 9.6 ou 12.8 GB/s em cada direção, totalizando até 25.6 GB/s por linha de dados.
A memória passa a ser acessada diretamente pelo controlador que está no processador, e o link de cotrole de memória da placa mãe fica totamente disponível para o tráfego de I/O (sistema de Input e Output ou seja Entrada e Saída).
Ao utilizar dois processadores, cada processador passa a se comunicar
com o chipset através de uma linha independente e uma terceira linha de
dados é implantada para coordenar a comunicação entre os dois:
Ao usar 4 processadores (possibilidade que deverá ser bem explorada no
caso dos servidores de alto desempenho) são incluídos barramentos
adicionais, que fazem com que cada processador tenha acesso direto a
todos os demais:
Segundo Morimoto, pra quem acompanhou a evolução dos processadores da AMD nos útimos anos, vai notar a semelhança entre o QPI e o HyperTransport, usado nos processadores AMD. Obviamente, não se trata de mera coincidência. A Intel estudore os pontos fortes da solução da AMD e acbou chegando a uma solução a adaptada à sua arquitetura. Como dizem, a cópia é a forma mais sincera de elogio.
Referências
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1471
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Tutorial Básico para Montagem de Rede
Autor: Gustavo Pinheiro
Como prometido a partir de hoje estarei postando pequenos
tutoriais básicos de rede de computadores para uso em casa ou em pequenas
empresas como escritórios, lojas, etc.
Nesse Tutorial construiremos cabos de rede no formato
CROSSOVER e PONTO A PONTO.
Pré-requisitos:
Para construirmos uma rede necessitamos de Cabos de Rede
e no mínimo dois Computadores Montados e com os Drivers da Placa de Rede
corretamente instalados. Afinal um computador só esta em rede quando um
computador se comunica com outro computador, sendo assim, rede de computadores
nada mais é do que vários computadores se comunicando entre si.
Caso isso não ocorra ou você tenha alguma dúvida, vá até
o ícone do Meu Computador, clicar com o botão direito e ir em propriedades.
Após clicar em propriedades aparecerá a seguinte janela:
Na área a esquerda da janela você verá algumas opções.
Clique na primeira opção Gerenciador de Dispositivos.
Na janela seguinte aparecerá a lista de Drivers do seu
computador, caso esteja tudo em perfeita ordem, a lista estará como na figura
acima e se você observar a primeira guia na lista representa os dispositivos de
rede, caso apareça no meio da lista, dispositivos representados por uma
interrogação amarela, significa que faltam drivers no seu computador.
Vamos supor que as máquinas estejam instaladas e
configuradas perfeitamente, necessitaremos apenas da construção do(s) cabo(s)
de rede.
Para construirmos os cabos precisamos de algumas
ferramentas básicas como:
Cabo UTP - Unshielded Twisted Pair ou Par Trançado sem Blindagem.
É aquele cabo azul visto na maioria das lan houses e comum de comprar na
maioria de lojas de informática ou de eletrônica em custo de R$ 1,50 a R$ 2,00
o metro.
Conectores RJ45 – São as pontas transparentes do cabo. O
custo é de R$ 1,00 a unidade.
Alicate Crimpador - Essencial pois é ele que prende o
Conector RJ45 ao cabo UTP realizando assim o funcionamento do cabo. O custo
dessa ferramenta é de R$ 50,00 a R$ 100,00 variando de marca e modelo.
Tesoura comum
Essas quatro ferramentas são básicas para a construção do
cabo. Mas existem outras que facilitam o serviço da construção de cabos.
Exemplos:
Desencapador de cabos - Serve para desencapar o cabo UTP
de modo simples e fácil.
Testador de Cabo - Serve para testarmos o cabo de rede
após crimparmos e antes que façamos a instalação no computador, assim
confirmamos se construímos o cabo corretamente. Custo de R$ 80,00.
Bem com as ferramentas na mão vamos construir nosso cabo.
Primeiro Passo:
Vamos nos deparar com o seguinte resultado.
Repare que temos 4 pares de cabos trançados, por isso o
nome Par Trançado.
Repare também que cada par possui uma cor clara e outra
escura.
Segundo Passo:
Através dessas cores desenharemos os padrões de cabos que
necessitamos. Existem dois padrões de cabos estabelecidos por comitês como
EIA/TIA e da ISO/IEC, o padrão 568A e o padrão 568B.
A diferença entre os dois
é apenas a disposição da coloração dos cabos. Veremos como fica disposta a
posição dos cabos no Padrão 568A e 568B .
Padrão 568A
Padrão 568B
Eis então os dois padrões de rede mais conhecidos e
usados para estruturação da rede.
Terceiro Passo:
Para redes em que ligamos um computador ao outro diretamente
sem passagem por algum outro equipamento como roteador ou switch, necessitamos criar
um cabo que disponha dos dois padrões, um padrão em cada extremidade do cabo,
esse tipo de cabo é conhecido como CROSSOVER.
Como dispomos nas imagens dos dois padrões de cabo,
começaremos então a construção do nosso cabo Crossover.
Para colocar as cores em ordem você precisa desfazer os
pares e organiza-los na ordem da imagem anterior. Antes de colocar os fios
dentro do conector rj45, utilize a tesoura para acertar as pontas, pois devem
estar do mesmo tamanho, feito isso conecte o cabo no conector.
Obs.: Na montagem do cabo, você deve sempre olhar para a
parte de baixo do conector, assim como na figura anterior.
Todos os fios devem ir até o fim, empurre o máximo que
puder, as pontas de cobre de cada fio devem estar a mostra, como na figura
abaixo, para que seja feito um contado na hora de crimpar.
Dica: Para que seu cabo tenha mais vida útil, faça com
que a capa azul do cabo chegue até o ponto mostrado na figura anterior, assim
caso alguém puxe por acidente, tropece ou algo faça algo que possa danifica-lo,
isso dará mais firmeza ao cabo e impedirá que o mesmo venha a romper.
Quarto Passo:
Bom feito isso, só nos resta crimpar, com o cabo já
fixado no conector rj45, pegue seu alicate crimpador, coloque o cabo na área
indicada para o conector rj45 e aperte o alicate bem firme.
Após a crimpagem só retirar o cabo do alicate e pronto.
Obs.: Uma vez crimpado, não se pode mais aproveitar o conector, ou seja, se for danificado você terá de trocá-lo por um novo.
Rede PONTO A PONTO
Falamos então da montagem de cabo usando o exemplo do
cabo CROSSOVER, para montar o cabo de rede PONTO A PONTO, que é utilizado para
conexões de estruturas de rede que usam mais de dois computadores, necessitando
do auxílio então de um roteador, hub ou switch, aparelhos para montagem de
redes maiores.
A montagem do cabo PONTO A PONTO é basicamente o mesmo do
crossover, a diferença está nos padrões utilizados, enquanto no crossover você
usa os dois padrões 568A para uma extremidade e 568B para a outra extremidade,
na rede ponta a ponto você terá de escolher ou o padrão 568A ou o padrão 568B
para as duas extremidades do cabo. O importante é que ao escolher um dos
padrões, o mesmo deverá ser repetido para todas as outras extremidades.
Bom galera esse tutorial foi básico, muito ainda pode ser
aprendido, existem vários outros padrões de cabos, passei apenas os dois mais
conhecidos e utilizados. Dúvidas e maiores conhecimentos, dicas, novidades e
correções caso eu tenha errado algo, podem ser postados nos comentários ou em novos
tutoriais. Por favor comentem. Até o próximo abraços.
Dicas de sites:
O primeiro site é do Professor Ramos, ele nos deixa ver várias vídeo aulas sobre diversos assuntos e tambem vende dvds com os conteúdos principais das vídeo aulas, é muito interessante.
O segundo é do Laercio Vasconcelos, pra quem não o conhece ele é ou foi considerado o segundo pai de Rede de Computadores no Brasil, ele possui vários livros sobre Hardware e Redes, sendo neste assunto redes, você compra o livro dele, estuda e pode solicitar de graça uma prova online que gera uma certificação e que é reconhecida no país todo. O nome do cara é bem reconhecido como alto nível.
Material de estudo e Referências
Slide do Laércio Vasconcelos
Imagens Tiradas do http://www.google.com.br
Material de estudo e Referências
Slide do Laércio Vasconcelos
Imagens Tiradas do http://www.google.com.br
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Internet Pela Rede Elétrica
Mais uma matéria interessante do programa Olhar digital falando sobre a Internet compartilhada pela rede elétrica, é senhores e senhoras isto é possível há alguns anos mas em teste no Brasil.
Acessem http://www.olhardigital.com.br.
Mais uma matéria interessante do programa Olhar digital falando sobre a Internet compartilhada pela rede elétrica, é senhores e senhoras isto é possível há alguns anos mas em teste no Brasil.
Acessem http://www.olhardigital.com.br.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Pra quem ainda tem dúvidas,
Programa Olhar Digital falando um pouco sobre Windows x Linux
Acessem o site deles, é muito bom http://www.olhardigital.com.br
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Fala galera
Fiz um convite a um grande amigo, Christian Menezes e brevemente estaremos postando algumas dicas de montagem de rede de computadores, com boas dicas da montagem, configuração da rede e programas que nos auxiliam na manutenção da rede.
Seguindo as dicas de rede postarei dicas da instalação e configuração do Windows Server 2003 de forma básica.
Esse sistema tem sido um objeto de estudo e queremos compartilhar nossos aprendizados com nossos leitores.
Gratos a paciência de todos, aguardem muitas novidades, por favor quem quiser dar dicas dos novos posts fiquem a vontade e façam novos comentários...... Nos ajude a desenvolver esse blog informativo.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Engenharia de Software - Apresentação
Engenharia de Software
Autor: Gustavo Luiz Pinheiro da Silva
Engenharia de Software é uma área em ascensão,
muito requisitada e incentivada pelo Governo Brasileiro pela falta de
profissionais no mercado nacional. No Brasil atualmente existem apenas 3
ou 4 universidades que disponibilizam esse curso e por incrível que
pareça o Amazonas foi agraciado com uma delas em nível federal e público
localizada na cidade de Itacoatiara. O ICET ou Instituto de Ciências
Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas - UFAM, já disponibiliza o curso de Bacharelado em Engenharia de Software.
O curso de Engenharia de Software é uma área da computação voltada à especificação, desenvolvimento e manutenção de sistemas de software, com aplicação de tecnologias e práticas de gerência de projetos e outras disciplinas, visando organização, produtividade e qualidade.
Os alunos de E.S. necessitam de grande aptidão em raciocínio lógico, exatas como cálculo, álgebra e física, gostar bastante de informática e computadores, afinal essa será sua vida e como em qualquer área precisa ser bastante esforçado.
Na área de informática entre teorias e práticas o curso engloba linguagem de programação, banco de dados, ferramentas, plataformas, bibliotecas, padrões, processos e a questão da Qualidade de Software.
Áreas de Conhecimento
Segundo o SWEBOK (Corpo de Conhecimento da Engenharia de Software), versão 2004, as áreas de conhecimento da Engenharia de Software são:
- Requisitos de Software
- Projeto de Software
- Construção de Software
- Teste de Software
- Manutenção de software
- Gerência de Configuração de Software
- Gerência de Engenharia de Software
- Processos de Engenharia de Software
- Ferramentas e Métodos de Engenharia de Software
- Qualidade de Software
Conforme Pressman,
a Engenharia de Software (ES) é uma tecnologia em camadas. E a base de
todas essas camadas é o foco na qualidade do software desenvolvido.
Portanto, inclusive do ponto de vista didático, é interessante
estudarmos a ES em suas camadas de Processo, Métodos e Ferramentas.
No Brasil, existe hoje o MPS.BR, Modelos de Processos de Software Brasileiro, que busca a melhoria de qualidade de processo de software voltada para o mercado de pequenas e médias empresas de desenvolvimento de software no Brasil.
O MPS.BR é baseado no CMMI, Capability Maturity Model Integration, do Software Engineering Institute - SEI, que é o modelo internacional e o mais conhecido na avaliação de processo e qualidade de desenvolvimento de software em uma organização (empresa ou instituição). O CMMI assim pode ser organizado através de duas formas: Contínua e Estagiada. No estagiado que é o mais comum, uma organização pode ter sua maturidade avaliada em 5 níveis:
- Nível 1 - Caótico;
- Nível 2 - Capacidade de repetir sucessos anteriores pelo acompanhamento de custos, cronogramas e funcionalidades;
- Nível 3 - O processo de software é bem definido, documentado e padronizado;
- Nível 4 - Realiza uma gerência quantitativa do processo de software e do produto;
- Nível 5 - Usa a informação quantitativa para melhorar continuamente e gerenciar o processo de software.
O MPS.BR é avaliado em 7 níveis diferentes de maturidade (o que é um diferencial em relação aos outros padrões de processo) que são:
- A - Em Otimização;
- B - Gerenciado quantitativamente;
- C - Definido;
- D - Largamente Definido;
- E - Parcialmente Definido.
CONCLUSÃO
Este post foi criado com intuito de apresentar um pouco do Curso de Engenharia de Software, algumas áreas que podem ser seguidas, certificações que podem enriquecer ainda mais um Engenheiro de Software caso deseje seguir o modelo de qualidade de processo de software e incentivar os amantes da informática para seguirem essa área que está em crescimento no Brasil e já é umas das mais requisitadas pelo nosso Governo.
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